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February 26 Lei do KarmaPara se definir karma devemos primeiro saber o que o karma não é. Geralmente as pessoas confundem esse conceito ligando-o muito à um uso causal. Normalmente as pessoas falam resignadamente sobre uma situação em particular e fazem uso da idéia de Karma para se reconciliarem com ela. Quando as pessoas falam de Karma desta maneira, subentende-se que Karma é um veículo de escape assumindo todas as características de uma crença em predestinação, ou destino. E com certeza este não é o significado correto de Karma.
Em um nível mais fundamental, a Lei do Karma nos ensina que certos tipos de ação nos leva inevitavelmente à resultados similares. Se fazemos algo beneficente, cedo ou tarde obteremos um resultado beneficente, e se fazemos algo danoso nós inevitavelmente obteremos um resultado danoso. Isto é o que queremos dizer, no Budismo, quando nos referimos que certas causas nos trazemos efeitos particulares que são similares na natureza àquelas causas. No ensinamento Budista, a lei do karma, diz somente isto: 'para todo evento que ocorre, seguirá um outro evento cuja existencia foi causada pelo primeiro, e este segundo evento poderá ser agradável ou desagradável se a sua causa foi benfazeja ou não.' Um evento benfazejo é aquele que não é acompanhado por cobiça, resistência ou ilusão; un evento incorreto é aquele que é acompanhado por uma dessas coisas. (Eventos não são corretos por si só, mas eles são chamados assim somente em virtude dos eventos mentais que ocorrem com eles.)
Logo, a Lei do Karma prega que responsabilidade para as ações incorretas nasce da pessoa que os comete. O Karma não está condiconado à crença na reincarnação, mas sim, é parte daquela doutrina. Você não tem que acreditar em vidas prévias para aceitar o Karma.
Karma significa 'ação'. Literalmente, alguma coisa 'que inicia um movimento 'em algum tempo no passado'tem um efeito em algum outro tempo. Portanto, Karma pode surgir de nossa vida atual tanto quanto de uma outra passada.
O Karma é freqüentemente pintado com alguma coisa negativa ou 'ruim', mas pode ser também positivo e 'bom'. Na verdade Karma é neutro. karma é um constante equilíbrio de forças entre nós mesmos e o mundo em que vivemos. É um sistema dinâmico, auto-ajustável no qual existe um feedback constante de acordo com a maneira com a qual nós aceitamos ou recusamos nossas experiências a cada momento. Nossa reação e atitudes diante da experiência é mais importante que a própria experiência. Os termos "bom karma" e "mau karma" são usados no Budismo não no sentido de "bem e mal", e sim num sentido de (kushala) inteligente, habilidoso, beneficente e (akushala) não inteligente, inábil e prejudicial. Portanto as ações são beneficentes quando elas são benéficas para a própria pessoa e para os outros, e conseqüentemente são motivadas não pela ignorância, apêgo e aversão mas, por sabedoria, renúncia ou desapego, e amor e compaixão. Portanto karma é uma ação intencional, consciente, deliberada e voluntária. Para as ações sem intenção, tais como caminhar,dormir, respirar, não existem conseqüencias morais, portanto elas constituem um karma neutro. As ações prejudiciais que devem ser evitadas estão relacionadas com as chamadas três portas da ação -- que são: corpo, mente e voz. Existem três ações prejudiciais do corpo, quatro da voz e três da mente. As três ações prejudiciais do corpo são (1) matar, (2) roubar e (3) comportamento sexual improprio. As quatro ações prejudiciais da voz são (4) mentir, (5) discurso cruel, (6) calúnia e (7) fofoca maliciosa. As três ações prejudiciais da mente são (8) avareza, (9) raiva e (10) ilusão. Evitando-se estas dez ações prejudiciais nós poderemos evitar as suas conseqüências similares.
Ações insalubres produzem resultados insalubres na forma de sofrimento, considerando que ações saudáveis resultam em efeitos saudáveis, ou felicidade. Os efeitos de ações são semelhantes às suas causas.
Toda causa tem seu efeito. Porém, deve haver condições sob as quais as ações são executadas.
As condições que determinam a força ou peso do Karma aplicam ao sujeito e ao objeto da ação. Além disso, há cinco condições que modificam a força de Karma:
1. ação persistente, repetida
2. ação feita com grande intenção e determinação
3. ação feita sem pesar
4. ação feita para esses que possuem qualidades extraordinárias
5. ação feita para esses que têm beneficiado alguém no passado.
Embora Budismo enfatize o Karma, ele rejeita o destino. A pessoa deveria fazer boas ações o tempo todo, e deixar que todas as condições boas surjam de forma que:
1. uma retribuição má tem pouca chance para vir a um efeito
2. uma retribuição boa fica mais significante para aumentar nossas vidas em felicidade e bem estar.
Pessoas que vêm o Karma com uma coisa fixa ou um destino irrevogável jamais terão suas vida alteradas. Tudo que elas terão que fazer seria seguir o plano traçado para elas e assim elas estarão alinhadas com seus Karmas. Por outro lado, as pessoas que vêm o Karma como algo fluído, se desenvolvendo o tempo todo, descobrirão sempre uma nova maneira para responder em vez de agir cegamente sempre da velha maneira. Isso significa que esta pessoa é responsável para criar novas situações em vez de lidar com o 'velho karma' de outras vidas
Vamos tomar como exemplo uma série de eventos. Uma sensação desagradável acontece. Um pensamento surge que a origem desta sensação desagradável foi uma pessoa. (Este pensamento é uma ilusão; logo qualquer ação baseada nele será incorreta). Um pensamento surge que alguns dessas sensações desasgradáveis vieram da mesma pessoa. (Este pensamento é uma outra ilusão). Isto é seguido por uma decisão incontrolável de dizer palavras que produzirão uma sensação desagradável na qual é percebida como se fosse uma pessoa. (Esta decisão é um ato de hostilidade. De todos os eventos descritos até agora, somente este é chamado de karma) Palavras são cuidadosamente escolhidas na esperança de que quando elas forem ouvidas, causarão dor. As palavras são pronunciadas altas. (Esta é a execussão da decisão de ser hostil. Isto também pode ser classificado como um tipo de karma, apesar de tecnicamente ser um depois-do-karma). Existe uma sensação visual da sobrancelhas errugada e a boca caída nos cantos. O pensamento surge que a outra pessoa foi afetada. O pensamento surge que o sentimento da outra pessoa foi ferido. Existe uma sensação agradável de sucesso ao perceber que a pessoa foi ofendida verbalmente. Eventualmente (talvez muito depois) exista uma sensação desagradável de arrependimento, talvez tomando a forma de um sensação de medo que o inimigo possa retaliar, ou talvez tomando a forma de remorso por ter agido impetuosamente, como uma criança imatura, na esperança de que ninguem vá se lembrar dessa ação. (Este arrependimento ou medo é o desagradável amadurecimento do karma, a decisão incorreta de infligir dor através das palavras).
Se não existe nenhuma pessoa, então não existe o eu e o outro. Não existe distinção entre a dor na qual existe uma consciência sensorial direta ( que convencionalmente chamada de "a própria dor") e a dor conhecida por inferência (convencionalmente chamada de "a dor do outro"). Tanto a dor conhecida direta ou indiretamente, existe uma tendência a cultivá-la. Se alegria é conhecida direta ou indiretamente, pode existir tanto uma necessidade para rejeitá-la quanto para cultivá-la. No modo popular, a necessidade para rejeitar a dor e cultivar toda alegria é conhecida como ser ético ou habilidoso ou (se preferir) bom. A necessidade para se cultivar a dor e rejeitar a alegria é conhecido como sendo inapto, sem ética ou mau. Ser totalmente ético dizem ser impossível para aqueles que fazem uma distinção entre si-mesmo e o outro e mostra preferência sobre o si-mesmo percebido sobre o outro percebido. Se todos nós pusermos os ensinos de Buddha em prática, não há nenhuma dúvida que nós alcançaremos seus benefícios. Se nós buscamos evitar prejudicar os outros, se nós tentamos nosso melhor para ajudar os outros quando possível, se nós aprendemos a estar atentos, se nós aprendemos a desenvolver nossa habilidade de concetração, se nós cultivamos a sabedoria através do estudo, consideração cuidadosa, and meditação, não há nenhuma dúvida que o Dharma nos beneficiará. Nos conduzirá à felicidade e prosperidade primeiro nesta vida e depois nas próximas. Eventualmente, nos conduzirá a meta da liberação final, a felicidade suprema do nirvana. Fonte: http://www.salves.com.br/karma.htm Anjos de guarda. Espíritos protetores, familiares ou simpáticosEspírito que se incumbe da tarefa de amparar um outro espírito na etapa encarnatória - todas as pessoas possuem um. Geralmente, são designados os espíritos afins e simpáticos para estabelecerem tal relação. Um guia espiritual é, via de regra, um espírito mais evoluído que o seu protegido. Não raro, se vêem mães guiando filhos ou maridos guiando esposas, e assim por diante. Um guia acompanha o seu protegido oferecendo apoio num momento de sofrimento, esclarecimento numa hora de dúvida, ajuda num instante de perigo, etc. As pessoas, mesmo sem perceber, estão submetidas à influência benévola desse guia constantemente e, ao mínimo pensamento feito a ele, o bondoso espírito se faz presente e exerce sua tarefa caridosa e despretensiosa. Um guia está profundamente ligado a seu protegido por motivos de afinidade espiritual e sempre executa sua missão com um sentimento espontâneo de ajuda, porquanto essa ajuda também significa o seu próprio desenvolvimento e evolução. Essa terminologia de "anjo da guarda", utilizada seriamente por outras religiões, pode ser tomada "emprestada" pelo Espiritismo, pois se enquadra perfeitamente para esse espírito missionário: consiste no amigo constante e amoroso que Deus proporciona a todos os encarnados na difícil etapa carnal - é comumente também chamado de "protetor espiritual" ou de "mentor espiritual".
Muitos pensam que seu anjo de guarda ou Espírito Protetor seja um ser elevadíssimo, um Espírito Superior - isso é uma presunção. Seria o mesmo que pretendermos que o Ministro da Justiça viesse resolver a nossa questiúncula com nosso vizinho. Para isso, existe uma autoridade específica. Que temos diversos Espíritos que se interessam pela nossa proteção e desenvolvimento, não resta dúvida, mas que os mesmos sejam de ordem superior é pura vaidade de nossa parte; contudo, são de fato melhores do que nós, pois não se justificaria que um inferior protegesse um superior. Assim sendo, todos nós temos os nossos guardiães, segundo as nossas condições evolutivas. Entretanto, é necessário lembrar que há uma hierarquia em todos os planos, tendo em vista que quando o problema escapa à competência do mentor, ele solicita do seu superior a necessária intervenção. Outro aspecto a ser considerado é o da efetiva e ininterrupta assistência do guardião ao seu pupilo, como fosse um escravo a nosso serviço. Quando os Espíritos disseram que o anjo guardião se liga ao seu protegido, não significa uma constante assistência, mas sim um compromisso para com aquela criatura, ajudando-a sempre que necessário, seja pela evocação feita pelo tutelado ou pelos vigilantes deste, que são os Espíritos familiares ou afins. Caso contrário, o protetor não disporia de tempo para os estudos (o Espírito evolui eternamente) ou para outras tarefas, bem como para o lazer. Lembremo-nos também que temos a companhia que estivermos invocando pelas nossas condições mentais, as quais variam segundo as nossas atitudes: se estivermos voltados para os anseios carnais ou violentos, não poderemos ser ajudados pelos nossos benfeitores, porque, ao afinar com entidades inferiores, automaticamente estaremos repelindo, sintonicamente, aqueles que nos querem ajudar.
EspiritismoEspiritismo O Espiritismo se baseia na crença de que as almas desencarnadas podem manter contato com o mundo dos vivos, transmitindo ensinamentos úteis ao aprimoramento moral e espiritual da humanidade. Para se comunicar com os vivos, os espíritos desencarnados utilizam-se do médium, que "empresta" seu corpo ou sua voz para esta finalidade. Na verdade, as tentativas de se estabelecer contato com os mortos remontam aos primórdios da civilização humana, mas foi somente na segunda metade do século 19 que o Espiritismo se estruturou como uma doutrina. O grande responsável pela codificação dessa crença foi Allan Kardec, autor de Livre des Esprits (O Livro dos Espíritos), lançado em 1853. O nome verdadeiro de Kardec era Léon Hippolyte Denizard Rivail (1804-1869). Juntamente com outros estudiosos do tema, dentre os quais se destacaram os teóricos Camille Flammarion, Frederick Myers, Andrew Jackson Davies e Charles Richet, ele elaborou os princípios fundamentais do Espiritismo, que são: 1. A existência de Deus 2. A existência da Alma 3. A existência da Reencarnação 4. Metempsicose [do grego: meta= mudança + en= em + psukê= alma] I. Transmigração da alma de um corpo para outro. 5. A existência da Lei do Carma O ciclo evolutivo espírita preconiza que, ao atingir um determinado grau de aperfeiçoamento, o espírito não precisará mais reencarnar, podendo então gozar as delícias da vida eterna. A prática da caridade é muito incentivada pelos espíritas, pois eles acreditam que, por meio dela, semeamos carmas positivos e nos aproximamos da perfeição. A primeira sessão espírita no Brasil aconteceu em 17 de setembro de 1865, em Salvador, capital da Bahia. Os espíritos estão divididos em três grandes categorias, que por sua vez se subdividem em dez classes, a saber: 1. Espíritos Imperfeitos 2. Espíritos Bons 3. Espíritos Puros Conheça algumas expressões-chaves da Doutrina Espírita: Ectoplasma: Substância de origem psíquica que emana do corpo do médium. Pode ser visível para quem tem o dom da vidência. É por meio dessa substância que os espíritos operam no mundo material. Guias: No Espiritismo, existem os "guias" ou "espíritos de luz", que estão num estágio de aperfeiçoamento bastante avançado. Eles nos trazem conselhos e orientações de ordem material. Pertencem à classe dos "espíritos bons". Materialização: Corporificação, total ou parcial, do espírito desencarnado. Ocorre quando o ectoplasma se condensa. É o que acontece, por exemplo, quando o espírito de alguém que já faleceu torna-se momentaneamente visível. Mediunidade: Faculdade latente em todos os indivíduos, que permite a uma pessoa servir de canal de comunicação ou manifestação para os espíritos desencarnados. A mediunidade se divide em duas principais categorias: a mediunidade física, da qual fazem parte a capacidade de materialização e a incorporação de espíritos de médicos, dentre outras manifestações; e a mediunidade intelectual, que inclui a Psicografia, por exemplo. Psicografia: Faculdade manifestada por alguns médiuns, que escrevem mensagens enviadas pelos espíritos desencarnados. Durante o processo, o médium não tem consciência do que está escrevendo - em geral, ele permanece com os olhos fechados -, e as mensagens recebidas costumam apresentar teor elucidativo. É um dos trabalhos mais procurados nos centros espíritas, por pessoas que perderam entes queridos e que desejam saber como eles estão vivendo no outro plano. Também existem muitas obras psicografadas na literatura espírita, que foram "ditadas" pelos espíritos de luz. May 22 Um Panorâma Espiritual da Depressão
A depressão é uma doença da alma. Sendo assim, infelizmente, a ciência materialista pouco pode fazer a não ser minimizar os sintomas do doente para que este possa conviver socialmente. Com isso, o máximo que ela consegue é limitar-lhe a capacidade mental e volitiva, afetiva e de memória. Influências espirituais
Viagem astral: O Elo entre o Físico e o EspiritualMensagem de Geremyia canalizada por Ann Brewer Um ser humano consiste em um corpo físico e quatro corpos sutis: o duplo etérico, emocional, mental e astral. Cada corpo sutil tem um papel específico para executar trazendo informação dos reinos não-físicos ao veículo físico. A responsabilidade de seu corpo astral é atravessar a lacuna entre as experiências que acontecem nos planos astrais e sua realidade física. Embora a maioria não tenha consciência de visitar outros planos astrais, você constantemente visita outros lugares a fim de incorporar ensinos etéricos à sua existência física. Alguns chamam isto de experiência fora-do-corpo (out-of-body experiences - OBE), outros chamam isto de viagem astral. Qualquer que seja a terminologia e se você tem ou não recordação consciente, todo ser humano sadio viaja durante o estado de sono para outros reinos.
Fonte: http://www.fenomeno.trix.net/fenomeno_fenomenos_1_ar-viagem-astral.htm May 20 Desejos
Magia Natural
November 14 ORAÇÃO DE FORÇA E MAGIA PARA A GRANDE MÃEORAÇÃO DE FORÇA E MAGIA PARA A GRANDE MÃE Que eu tenha hoje e a cada dia, Que assim seja! ORAÇÕES ÀS FORÇAS CÓSMICAS
Eu me uno às forças cósmicas Grandes forças cósmicas, descei sobre minha alma ORAÇÕES À GRANDE MÃE
Eu sou a Deusa, eu sou a bruxa Que a Grande Mãe Grande Deusa que habita dentro de mim ORAÇÕES AOS ELEMENTAIS
Pqueninos guardiães October 17 HAPPY HALLOWEENHAPPY HALLOWEEN
O Halloween é comemorado na noite de 31 de outubro. No aspecto religioso, esta ocasiao e conhecida como a vigília da Festa de Todos os Santos, dia 01 de novembro. Estudiosos de folclore acreditam que os costumes populares do Halloween exibem traços do Festival da Colheita, realizado pelos romanos em honra a Pamona (deusa das frutas), e também do Festival Druida de Samhain (Senhor da Morte e Principe das Trevas) que, de acordo com a crença, reunia as almas dos que tinham morrido durante o ano para levá-los ao céu dos druidas neste exato dia. Para os druidas, Samhain era o fim do verão e o festival dos mortos. 31 de outubro marca tambem o término do ano celtico.
Período Pré-Cristão Acreditava-se que os espíritos dos mortos voltavam para visitar seus parentes a procura de calor e provisões, pois o inverno aproximava-se e, junto a ele, o reinado do Principe das Trevas. Os Druidas invocavam forças sobrenaturais para acalmar os espíritos maus. Estes raptavam crianças, destruiam plantações e matavam os animais das fazendas. Acendiam-se fogueiras nos topos das colinas nas noites de Samhain. As fogueiras talves fossem acesas para guiar os espiritos as casas dos seus parentes ou para matarem ou espantarem as bruxas. A inclusao de feiticeiras, fadas e duendes nestes rituais, originou-se da crenca paga de que, na vespera do Dia de Todos os Santos havia uma grande quantidade de espiritos de mortos que levavam avante uma oposicao aos ritos da igreja de Roma, e que vinham ridicularizar a celebracao de Todos os Santos com festas e folias proprias deles mesmos. Supunha-se que fantasmas " frustados" pregavam pecas nos humanos e causavam acontecimentos sobrenaturais. Período Cristão Com o passar dos tempos, a comemoracao do Halloween tornou-se alegre e divertida, sem todos aqueles vestigios sombrios e tenebrosos da tradicao celtica, tornando-se mais conhecida na America apos a emigracao escocesa em 1840. Alguns dos costumes trazidos pelos colonos foram mantidos, mas outros foram mudados a fim de que houvesse adaptacao as novas maneiras de viver. Como exemplo temos as Jack-O-Lanterns que, feitas com nabos primitivamente, passaram a ser feitas com aboboras. Essas Jack-O-Lanterns sao um dos simbolos mais conhecidos do Halloween e tem sua origem entre os irlandeses. Jack-O-Lantern Conta a lenda que um homen chamado Jack nao conseguiu entrar no céu porque era muito avarento, e foi expulso do inferno porque costumava pregar peças no diabo. Foi, então, condenado a vagar eternamente pela terra carregando uma lanterna para iluminar seu caminho. Trick or Treat (Travessuras ou Gostosuras) A formula Trick or Treat tambem se originou da Irlanda, onde as criancas iam de casa em casa pedindo provisoes para as comemoracoes do Halloween, em nome da deusa irlandesa Muck Olla. As criancas inglesas continuaram esta tradicao vestidas com roupas extravagantes pedindo doces e balas. Hoje em dia, principalmente nos EUA, o Halloween e lembrado com muitas festas e com muita alegria. Nestas festas as pessoas usam mascaras e se vestem como fantasmas, bruxas, Conde Dracula, Frankstein, ou da maneira que achar mais engracado ou horripilante. As criancas saem as ruas fantasiadas, batendo de porta em porta, pedindo por doces dizendo: " Trick or Treat". Quem nao as atende pode ter uma desagradavel surpresa, pois elas podem lhe pregar alguma peca.
October 09 ConsultasUtilize o Tarot para compreender melhor sua vida, descobrir suas potencialidades e encontrar caminhos para sua realização. Para consultar o tarot basta me enviar um e-mail para saber como ter acesso a minha Consultoria Virtual ou para marcar consulta pessoal.
ElfosEm todas as épocas, os homens sempre acreditaram em forças, poderes e seres ocultos. Ao contemplarem o azul celeste, viram deuses e os descreveram. Ao olharem o mar e mergulharem em suas águas, encontraram um estranho habitante coberto de escamas. A curiosidade entretanto, levou-os a pesquisar mais a fundo e descobriram então, um mundo de corais, arrecifes, seres com variadas formas, inclusive com dorso humano e rabo de peixe. E, por último, os olhos humanos voltaram-se para a terra, aventurando-se nos bosques, nas montanhas, nos lagos e nos rios. Ali sussurravam um universo de presenças invisíveis. Eram eles: fadas, ninfas, gnomos, elfos, gigantes e anões.
Foi então, que os homens, fascinados com a existência destas criaturinhas, foram em busca de um maior conhecimento de toda esta gama de magníficos seres.
É na península escandinava (formada pela Finlândia, Noruega e Suécia), que encontramos as mais belas descrições dos Elfos, considerados membros de uma antiga cultura, amantes da música, da dança e das artes. Dominam também, os segredos da natureza e de ervas mágicas, conhecem os astros, viajam sobre os raios do sol, podem atravessar qualquer elemento, entretanto, preferem a cercania das águas.
Os Elfos só se popularizaram a partir das descrições e imagem do filme "O Senhor dos Anéis", mas eles já faziam parte de mitos e lendas de muitas outras culturas.
Estes seres são uma raça ancestral, que quando as tribos humanas primitivas se dedicavam a lutar entre elas, eles já navegavam pelos oceanos e traçavam cartas estelares.
Ao negar a crença em fadas e elfos, o homem moderno também renega sua própria infância aqui na terra. Será que o ideal racionalista e materialista do século atual tem razão contra os vários milênios de crenças? Em nome de que razão estreitamente cartesiana haveria de se negar a presença de entidades intermediárias que asseguram a relação entre o homem, a natureza e o divino?
A resposta não está só na Igreja com seus dogmas monoteístas, que muito fizeram, é bem verdade, para demonizar os representantes do Pequeno Povo, mas também no homem que, para industrializar a sociedade teve primeiro que negar os espíritos guardiãs da natureza. Hoje colhemos os frutos dessa decisão: contaminação do ar e das águas, superaquecimento do planeta que estão provocando furacões e catástrofes ecológicas, epidemias, etc. Se o homem temesse a vingança das ondinas e das sereias, se atreveria a encher de detritos e nitratos os rios e os oceanos? Contaminaria a atmosfera com as chaminés das fábricas?
Muito embora o homem não creia nos elementais da natureza, isso não impede que esses elementos façam a natureza enlouquecer. Não seriam a multiplicação dos tremores de terra uma advertência dos gnomos? O nascimento de inúmeros furacões, um grito de alerta dos silfos? Os tsunamis, agora tão devastadores, uma reação das ondinas e das nereidas? E os incêndios florestais da atualidade, uma condenação das salamandras?
O homem atual, tão sábio e poderoso, poderá agora encontrar solução para esses problemas que ele mesmo criou? Para quem não crê em magia, mas só na ciência e em seu convencimento político, vai ser bem difícil conter a fúria da natureza, pois os devas da natureza não são previsíveis e muito menos corruptíveis, não se vendem, nem aceitam receber "mensalões", estão pouco ligando para o poder ou para riqueza material. Os elementais só nos ajudarão se também forem ajudados, se tivermos como meta, assim como eles, a preservação da vida.
MITOLOGIA NÓRDICA É a "Edda de Snorri", que nos relata que o mundo nasceu do choque de uma matéria quente com uma fria em um espaço mágico conhecido pelo nome de Ginnungagap. Os primeiros seres que habitavam este mundo eram os gigantes dos céus e o mais velho deles era o Ymir. Do suor condensado de Ymir, nasceu Bruni, que será o pai de Borr, que por sua vez, se casará com Bestla, filha de outro gigante. Os três primeiros filhos do casal, serão os primeiros Ases: Odin, Vili e Ve, que mataram o gigante Ymir, formando com seu sangue o mar e os lagos, com seus ossos as montanhas, com seus dentes as rochas, com seus cabelos as árvores. Com a parte côncava do crânio criaram o céu, com o seu cérebro as nuvens carregadas de neve e granizo e com as faíscas que provinham da terra quente, criaram-se os astros.
Com a testa de Ymir, os deuses formaram a Midgard (Terra Média), destinada a tornar-se a morada do homem. No centro desta terra fizeram muralhas com os cílios de Ymir. Para si, os Ases criaram outra fortaleza, o Asgard.
Por decisão dos deuses, dos vermes que surgiram do corpo em decomposição de Ymir, nasceram os elfos. Alguns desses elfos eram claros, criaturas muito boas e belas, também conhecidos por "elfinas", habitavam o ar. Já outros, eram escuros, justamente por serem malignos, passaram a habitar as regiões subterrâneas da terra, longe da luz do sol.
Os elfos claros ou de luz, vivem nos grandes bosques, vestem roupas verde para camuflar-se entre as folhas das árvores, motivo pelo qual nunca conseguimos vê-los. Seus olhos são claros, sempre da cor azul ou verde e seus cabelos são quase brancos. Suas orelhas são pontiagudas como as dos duendes.
Esses elfos adoram celebrar grandes banquetes e suas festas são animadas com alegres músicas. Eles preferem passar breves momentos felizes do que longos períodos tristes. Vivem o agora, desfrutando da melhor maneira possível cada momento que passa.
Os elfos escuros são considerados malvados e perigosos. Se divertem causando dano aos seres humanos. Muitas das enfermidades e defeitos físicos dos homens da Antigüidade, eram atribuídos aos elfos escuros.
ASPECTO FÍSICO Os elfos possuem mãos e pés grandes em comparação ao resto de seu corpo. Suas pernas são extremamente finas e apresentam orelhas e narizes pontiagudos. Suas bocas também são muito largas. Já sua pele é geralmente rugosa, mas sua cor vai variar segundo a tribo que pertence. Eles são de uma natureza intermediária entre o homem e o anjo, apresentam espírito inteligente e curioso, corpo fluídico e são mais visíveis no crepúsculo.
Os elfos da tradição escandinava e celta medem cerca de 25 a 30cm. Entretanto, não são todos iguais, pois alguns são conhecidos como elfos de luz e outros como elfos escuros. Os elfos luminosos possuem o corpo transparente e, como tais, podem atravessar qualquer corpo sólido. Inclusive podem demorar-se sobre o fogo, sem que esse chegue a afetá-los. Os elfos, portanto, podem viver no interior de qualquer lugar, mas preferem construir suas casas, muito ocultas e saindo somente a noite para evitar de serem vistos.
Os elfos escuros são em maior número que os luminosos e habitam o interior dos troncos das árvores, em cujas imediações adoram viver. Mas como também são amantes da música, podem ser vistos nas correntes dos rios, no mar e nos saltos das cascatas, que possuem seu próprio ritmo. Dos sensuais lábios dos elfos, desprendem-se doces canções, que encantam os ouvidos de qualquer mortal.
ORGANIZAÇÃO SOCIAL A organização élfica varia dependendo de cada povoação que estão dispersas pelo mundo inteiro e vão desde pequenos assentamentos até grandes cidades. A estrutura social de cada povoado dependerá de diversas opções, normalmente são governados por um conselho de sábios, feiticeiros e militares ou algum regente. Os elfos possuem uma variedade de ocupações que vão de guerreiros a agricultores e até construtores. Destacam-se ainda pelo grande conhecimento sobre artes.
Todas as cidades élficas são dotadas de grande beleza, pois são seres muito habilidosos em todas as tarefas que empreendem. Seus gostos são refletidos em suas obras e suas casas. Se interessam pela beleza da natureza, pela dança, pelo canto e pelo jogo. Não fazem amigos com facilidade, pois são muito reservados. Procuram manter-se afastados dos humanos.
Os elfos são temidos por outras raças, pois são excelentes guerreiros e caçadores. Acreditam que qualquer forasteiro é um inimigo em potencial, que poderá roubá-los e enganá-los. Entretanto, os ataques dos elfos contra inimigos, raramente são sangrentos.
Exatamente igual as fadas, os elfos desempenham um papel no equilíbrio, na saúde e no crescimento das plantas. Enquanto os gnomos cuidam da semente subterrânea, as fadas do broto da planta fora do solo, os elfos cuidam de que o sol a toque e do mecanismo da fotossíntese.
Os elfos recebem os nomes de: "nis" na Alemanha, "nis-god-drange" na Dinamarca e Noruega, "tylwithes" na Inglaterra, "duende" na Espanha, "esprit follet" na França. Na Escócia se distinguem os "dun-elfen" (elfos das dunas), os "berg-elfen" (elfos das colinas), os "munt-elfen" (elfos das montanhas), os "wudu-elfen" (elfos dos bosques) e os "woeter-elfen" (elfos das águas). Na Irlanda são conhecidos com o nome de "Daoine Side", os "habitantes das colinas das fadas", pois esses espíritos ocupam, se diz, magníficos palácios subterrâneos dissimulados nos interior dos verdes montes das pradarias irlandesas.
Com o passar dos séculos, o povo dos elfos e dos homens se afastaram progressivamente um do outro, evolucionando em universos separados e paralelos que só se encontram excepcionalmente. Espera-se que um dia, os elfos saiam de seus esconderijos subterrâneos e estabeleçam uma nova aliança com os homens, no seio de uma natureza reencantada.
COMUNICANDO-SE COM OS ELFOS
Os elfos não são seres que possam ser subjugados para se obter algo, pois sua natureza é bem diversa dos outros elementais. Eles são muito independentes e jamais alimentarão desejos humanos torpes e egoistas. Para entrar em contato com os elfos, deve-se dirigir a lugares onde costumam habitar: bosques, dólmenes, templos abandonados, rios, lagos, lugares que não costumam ser visitados pelos seres humanos. Ao se chegar ao local, deve-se sentar-se no solo ou em uma pedra e chamá-los com amabilidade. Se for possível, deve-se recitar algum poema, realizar um rito ou cantar uma canção élfica. Pode-se também levar alguns presentes como doces, cervejas, etc. Não peça nada, apenas desfrute da mágica companhia dos elfos. Se conseguir despertar atenção, já será uma grande vitória.
DuendesOs duendes habitam nossas casas e são conhecidos por suas travessuras e falta de seriedade, fazendo muito barulho a noite e causando transtornos ao nosso sono. Esses seres estão associados aos gnomos e são considerados emissários e operários etérios do fluxo de energia vital. Eles podem viajar através das dimensões o que lhes permite aparecer e desaparecer.
Segundo a crença popular, o pequeno tamanho que apresentam quando tornam-se visíveis aos olhos humanos, é unicamente uma aparência que os duendes podem adquirir voluntariamente.
Esses pequenos seres possuem grande apreço pela música, pelo canto e bailes.
Igual aos gnomos, os duendes são elementais da terra, cujas vibrações são tão próximas da terra física que influenciam as estruturas minerais, exercendo poder sobre as pedras, a flora e a fauna.
É o reino mineral que dá sustentação ao reino vegetal e tem ligação com todos os outros reinos, pois é o constituinte químico de todos os compostos físicos e espirituais que compõe a terra em todas as suas realidades. Conseqüentemente, os duendes e os gnomos são muito importantes, pois possuem o poder e a capacidade de direcionar energias a planos abrangentes e dinâmicos.
O contato com um duende é bem interessante, mas devemos nos preparar para recepções divertidas ou desagradáveis, de acordo com a nossa egregore interna. Eles podem nos ajudar muito no aprendizado com plantas e ervas.
Os duendes possuem hábitos noturnos e geralmente têm uma atitude benévola com os seres humanos, para os quais realizam pequenos trabalhos domésticos se forem devidamente respeitados e alimentados.
A maioria deles moram nos bosques ou campos, no interior de alguma árvore ou no subsolo da terra.
Cada país tem suas próprias peculiares tradições no que se refere aos duendes. No Brasil, o duende mais popular é o Saci-Pererê, um assombroso negrinho de uma perna só, cuja responsabilidade é evitar a depredação da natureza e a matança desordenada dos animais. Cooperam com ele, o curupira, o caapora, entre outros, todos com o mesmo propósito. O nosso Saci, como qualquer duende, pode ser vingativo e cruel para todo aquele que desobedecer suas leis.
Os duendes podem viver vários séculos, ultrapassando 500 anos, mas não são imortais.
COMUNICANDO-SE COM DUENDES E GNOMOS
Em primeiro lugar, quero deixar claro, que são nossos bloqueios mentais que nos leva a pensar que para manter contato com os seres da natureza, precisamos de um grau de altíssimo desenvolvimento espiritual, ou que precisamos estar livres, isentos de falhas ou conflito pessoais ou de termos o dom da clarividência. Com exceção de alguns (como os silfos), as portas da comunicação com os espíritos elementais (Devas), estão abertas a todos que sentem amor pela Natureza. Entretanto, sempre é bom obedecer-se alguns passos para que o contato se estabeleça com sucesso:
1. Ter um interesse verdadeiro no trabalho com os espíritos da Natureza, de um ponto de vista que supere a satisfação do "ego".
2. Abordar a Natureza com um sentimento de admiração, curiosidade e respeito.
3. Estar aberto às possibilidades em termos energéticos, psicológicos, mentais e espirituais que a comunicação com os Espíritos da Natureza podem trazer.
4. Cultivar uma consciência e sensibilidade com relação ao mundo natural que nos permitam "entrar em sintonia" com as energias dévicas de todos os reinos da Natureza, animais, vegetais, minerais e dos outros elementos: água, ar, fogo, terra.
A ligação com o Reino Dévico ajuda-nos a encontrar o nosso própria lugar no mundo natural com o objetivo de ajudar e proteger o meio ambiente e de favorecer a evolução humana. A nossa verdadeira compreensão dos problemas da Vida Natural, cria uma forte ligação com a Mãe Terra (Gaia), ajudando os elementais em seu serviço criativo para renovar e assegurar a sobrevivência dos homens.
Anões e GnomosOs anões e os gnomos são os donos da terra, do solo e do subsolo e seu aspecto muitas vezes repulsivo não é mais do que o reflexo da matéria bruta e primária de que são hóspedes e guardiões. Podem até serem qualificados de feios, mas são muito sábios.
Por sua etimologia, a palavra "gnomo" significa "o que sabe" e também "o que vive no interior da terra". Na Alemanha, a palavra "gnomem" foi tomada da França no século XIII. Entretanto, desde o século XI os montanheses balconeses evitavam as cavernas exploradas pelos gnomos. Esse pequeno povo que habitava as moradas subterrâneas, assegurava a germinação das plantas, escavavam galerias em busca de minerais, vigiavam o crescimento das pedras preciosas e guardavam os tesouros enterrados. São tradicionalmente excelentes ferreiros, admiráveis fabricantes de jóias e artesãos de espadas tão fortes e rápidas que torna invencível quem as usa.
Nas lendas do folclore popular, são os anões e os gnomos que guiam e protegem os mineiros, os exploradores subterrâneos e metalúrgicos. São associados as divindades da forja e dos Infernos como o deus grego Hefesto, que forjou o raio de Zeus.
Gnomos e anões vivem no coração da matéria mais densa, mais pesada e sua missão consiste em organizar a matéria bruta, refiná-la, limpá-la e unificá-la antes de sua saída para a terra.
Seja qual for sua origem, real ou sobrenatural, elemental ou demoníaca, os anões e os gnomos existem, com nomes diferentes, em todos os países e todas as culturas, inclusive no Brasil. Na França chamam-se de "gobelins", na Escócia de "browales", na Irlanda de "cluricaunes", na Suécia de "taitters ou tomtes", na Islândia "trolls", na Noruega e na Dinamarca de "pruccas ou pwcca", no País de Gales de "klabbers, dauniessies, hobgoblis", na Espanha de "grasgos ou trasgos", na Suiça de "servants' e na Alemanha de "nis-kobolds".
Anões e gnomos são divindades minúsculas da forja e da mina, portanto, seres da noite e das cavernas.
LENDA DOS GNOMOS E ANÕES Na origem do mundo, segundo as lendas nórdicas reunidas em a "Edda", quando os deuses, os "Ases", desmembraram o corpo do grande gigante Ymir para fazer com ele o céu, a terra, as nuvens, os bosques e os oceanos, quatro anões foram dispostos nos quatro cantos do firmamento para sustentar a cúpula celeste durante todo o tempo que durar o universo.
O anões, assim como os elfos, tiveram origem nos vermes formigantes do cadáver em decomposição de Ymir e a maioria deles foi morar nas profundezas da terra, em Niflheim, a Morada dos Mortos e também em Svartalfaheim, o reino dos elfos negros que haviam abdicado da luz do sol e jamais abandonariam suas tenebrosas moradas subterrâneas. Esses anões originais eram ferreiros dos deuses, que possuíam a habilidade de fabricar ferramentas mágicas e armas invencíveis.
Para alcançar a sombria morada dos anões era necessário passar por cima de Bifrost, a ponte do arco-íris que unia Niflheim, o Reino dos Anões, Midgard, a terra, o "Reino Médio", e Asgard, o céu, a Cidadela Divina. Raro eram os que se aventuravam por este ponte multicolorida, cuja cor vermelha correspondia a barreira intransponível de um fogo ardente, que evitava que os gigantes das montanhas chegassem ao céu. Somente Loki, o deus do fogo, era um hóspede freqüente desse pequeno povo. Entretanto, Loki era astuto e pérfido e constantemente punha os deuses nas maiores dificuldades, tanto que era chamado de o "caluniador dos Ases".
Com a giganta Angrboda "a que anuncia a desgraça", Loki teve três filhos: um lobo monstro chamado Fenrir, a serpente Midgard, que vive no mar que rodeia a terra e Hel, a guardiã da morada dos mortos situada em Niflheim. Os deuses Ases, a princípio, acolheram o lobo em sua casa e o alimentaram. Entretanto, o lobo cresceu tanto em força e tamanho e umas profecias anunciavam que um dia devoraria o mundo com seus dentes de ferro. Por isso, os deuses decidiram amarrá-lo a fim de reduzir sua capacidade de destruição. Confeccionaram uma forte atadura, que se rompeu logo que o lobo foi envolvida nela. Então foi forjada uma segunda, que novamente não foi suficiente para imobilizar Fenrir. Os Ases começaram a se desesperar, pois não achavam possível dominar o lobo, cujo vigor só aumentava. Tiveram então a sábia idéia de recorrer aos anões, cuja a arte e habilidade associada a magia os tornavam insuperáveis. Eles, que sempre sofriam depreciação por causa de sua pequena estatura e feio aspecto, trataram de agradar os deuses e forjaram uma atadura mágica que chamaram de Gleipnir. Dizia-se que a Gleipnir foi criada com a utilização de seis ingredientes: o ruído do passo dos gatos, a barba das mulheres, as raízes das montanhas, os tendões dos ossos, o alento do peixe e a saliva dos pássaros. Esses ingredientes eram tão raros e impalpáveis como poderosos, pois sabemos que as mulheres não têm barba, o passo do gato não provoca ruído e não há raízes debaixo das montanhas.
A atadura mágica era lisa e flexível como uma cinta de seda, mas com uma solidez a toda prova e conseguiu prender o imenso e raivoso lobo Fenrir.
A lenda dos gnomos foi introduzida na Europa no princípio do século XVI por autores como Pico de la Mirándola, Marsilio Ficino, Paracelso, Jerônimo Cardam e Reuchlin.
DESAPARECIMENTO DOS ANÕES E GNOMOS
Todos os relatos consagrados aos anões e os gnomos recordam seu desaparecimento progressivo ao longo dos séculos. O poeta alemão Heinrich Heine contava a história desse exílio, tal como havia lido em uma compilação de lendas tradicionais:
"No condado de Hohenstein, entre Walkenried e Neuhof possuíam um de seus reinos. Um dia, um habitante desse país, notou que haviam roubado sua plantação sem que pudesse descobrir o autor do tal roubo. Acabou por escutar o conselho de uma "mulher sábia". No crepúsculo, o camponês foi passear ao longo de seu campo, golpeando as plantas com uma varinha comprida. No primeiro golpe, viu ele logo adiante vários anões; a vara havia feito cair os gorros que os tornavam invisíveis. Os anões assustados, acabaram confessando que foi seu povo que teria despojado o campo, mas que haviam praticado tal ato em vista da total miséria em que se encontravam.
A notícia da captura dos anões desatou rumores em toda a comarca. O pequeno povo enviou representantes e ofereceu um resgate pelos irmãos que haviam sido presos pelos humanos. Uma vez realizada a troca, os anões prometeram abandonar a região para sempre. Entretanto, quando se tratou de organizar a partida, deu-se lugar para longas discussões. Os camponeses não que os anões partissem com seus tesouros, mas por outro lado, os anões não queriam ser vistos. Acabaram por entender-se. Acordou-se que os emigrantes passariam por uma ponte estreita, perto de Neuhof, e cada um jogaria, em um tonel destinado para tal fim, uma determinada parte de sua fortuna, sem que nenhum camponês tivesse direito de se aproximar do lugar. E, acordo feito, acordo cumprido. Entretanto, alguns curiosos se esconderam debaixo da ponte. Durante longas horas ouviram as pisadas dos homenzinhos. Parecia que um interminável rebanho de ovelhas passava por suas cabeças."
E foi assim, que o Pequeno Povo foi expulso daquela região, que com sua partida, perdeu o encanto, que sem a presença benévola dos anões, tornou-se para sempre apagada e sem vida.
Na Europa, os anões e os gnomos são uma etnia muito antiga que está em vias de extinção. Já aqui no Brasil, com seu vasto território de florestas e campos, é o habitat perfeito para viverem e se multiplicarem. Nosso povo ainda tem pouco conhecimento de sua presença e quando se tornam visíveis, são na maioria das vezes confundidos com extraterrestres.
Nossa civilização atual é um parte culpada pela perda quase total do contato com esse Povo Pequeno, pois nos tornamos demasiadamente racionais e cremos tão somente na ciência que nos levou a desacreditar nesses personagens da natureza. Infelizmente, o homem moderno perdeu o sentido do mistério e o gosto pela magia. De tanto querer explicá-lo e controlá-lo, nos deixou aleijados de nossa própria infância.
Os nomes e os rostos do Povo Pequeno, sempre foi para o homem de grande ajuda para dar nome aos seus medos e identificar seus sentimentos. Ao temer a dança das fadas, ao invocar a ajuda dos gnomos e anões, recorrer a proteção dos duendes e elfos, o homem não fazia outra coisa do que projetar no exterior de si mesmo os sentimentos que o asfixiava.
Os contos e lendas dos anões e gnomos são os últimos vestígios da Idade do Ouro, aquele tempo mítico que os homens compreendiam a linguagem dos pássaros e as portas do Mundo das Fadas estavam completamente abertas.
Entretanto, se ainda quisermos não morrer asfixiados nesse mundo de desencantos, devemos aprender a nos reconciliar com a parte de nós mesmos que há muitos séculos deram origem ao mundo das fadas. Somos e sempre seremos criaturas sonhadoras e portanto, tão imaginários quanto os gnomos, duendes ou os anões. Somos todos feitos de uma mesma "massa" que cresce graças ao fermento do espírito e da levedura da imaginação.
Deixe-se sonhar, pois sonhar é preciso!
Chama Violeta em Prol dos ElementaisUMA SÚPLICA DESESPERADA
INVOCAI A CHAMA VIOLETA EM PROL DOS ELEMENTAIS
"Saudações,
Guardiães da Chama!
EU SOU Pelleur e eu me elevo do corpo da Terra juntamente com a Amada Virgo.
(...)alegremente nos dirigimos a vós hierarcas dos espíritos da natureza que guardam a terra no elemento terra.
Sabeí, amados, que o corpo da Terra está bastante sobregarregado neste momento, não apenas pela poluição como também pelo retorno do carma do Ciclo de Trevas. Os gnomos da Terra em massa estão sobregarregados quase além do que são capazes de suportar.
Por isso, a advertência que trazemos é que, de todas as formas, vizualizeis e dirigis através da invocação os vossos chamados de Chama Violeta para o corpo Terrestre em prol não apenas dos gnomos mas também das salamandras do fogo, das sífides do ar e das ondinas da água.
Assim, amados, vimos uma vez mais implorar-vos, e a todos os portadores de luz da Terra , que invoqueis a Chama Violeta em prol dos elementais que dão sustentação à própria fundação da vossa existência e até mesmo dos vossos quatro corpos inferiores.
(..)Estes elementais chegaram ao ponto em que no seu trabalho de purificação, dificilmente conseguem dar um passo a mais pela causa da poluição e da maré crescente da desumanidade do homem, da quebra da cadeia alimentar e do clima.
(...)Vimos com uma súplica, quase que uma súplica desesperada, amados, pois as condições são graves. Os elementais não encontram dificuldade apenas no trabalho de limpeza da bagunça que a humanidade aprontou na Terra, eles também estão vergados pela tristeza - a tristeza inerente ao conhecimento do que pode sobrevir prontamente à Terra por meio de Cataclismos e através de outras manifestações, tais como as relacionadas com o aviso que Saint Germain vos deu.
O futuro pode ser brilhante se continuardes com o momentum que iniciastes através da maratona de Chama Violeta. Ela produziu muitos resultados.
Os seres da natureza, amados, são servos de Deus e dos filhos e filhas de Deus no sentido mais elevado da palavra. Este serviço à vida e ao corpo terrestre é a sua própria razão de ser. Eles adotam a alegria e um sentimento de orgulho no cumprimento de suas responsabilidades.
Mas, amados, a variedade dos elementais é tão grande quanto a variedade de pessoas na Terra. E eles têm uma grande tarefa quando ocorre uma epidemia de fome, cataclismo e guerra, pois eles ajudam aos anjosa lidar com o que resta daqueles que passaram pela transição. Os elementais do fogo, se regozijam em libertar a luz no Templo dos que são as crianças dos homens que passam da tela da vida. Existe todo um contingente de salamandras cuja tarefa é velar pelas pessoas que passam pela transição usando a chama para desmagnetizá-las dos fardos da terra, para dissociar os átomos e eletróns e enviar a luz de volta ao nível do Santo Cristo Pessoal.
Da mesma forma, as sílfides e as ondinas atuam em muitas aptidões relacionadas com as atividades básicas da vida.
Eu vos digo honestamente e abertamente que estes nossos filhos não conseguirão realizar esta tarefa a menos que os ajudeis bastante, com os decretos da Chama Violeta e as orações em prol da vida elemental ,do Planeta e da Humanidade."
O Reino das FadasQUEM SÃO ELAS? A literatura da Idade Média e os contos infantis maravilhosos, nos ensinam que as fadas são seres femininos dotados de poderes sobrenaturais. Fisicamente, aparecem sempre com traços de uma jovem dama de beleza excepcional, ricamente vestida com trajes cujas cores dominantes são o branco, o ouro, o azul e sobre tudo o verde. Sua varinha mágica com uma estrela na ponta é símbolo de seus poderes mágicos. Está ainda dotada de uma sedução a qual mortal nenhum pode resistir. As crianças a adoram como sua mãe; os jovens se apaixonam perdidamente por ela e lhe consagram corpo e alma. A fada é o ideal feminino, símbolo do "anima", que encarna a virgem, a irmã, a esposa e a mãe. É a mulher por excelência, perfeita e inacessível. É também um agente da Providência, que distribuiu riqueza, fecundidade e felicidade, ajudando os heróis em perigo e servindo de inspiração para artistas e poetas. A fada, é ainda, uma fiandeira do destino, como as Parcas romanas e as Moiras gregas. São elas que tecem o fio da vida e assistem o nascimento das crianças humanas para presenteá-los com dons. São elas também, quem rompem esse fio e anunciam a morte dos seres humanos, antes de levá-los a seus palácios encantados, no País das Fadas. Mas a fada, é por último, uma divindade da natureza, associada especialmente as árvores, aos bosques, as águas das fontes e das flores dos jardins. Aqui elas já aparecem com um aspecto não tão nobre e altivo das damas surgidas nas novelas da Idade Média e sim com a forma de uma pequena criatura, apenas vestida com telas translúcidas em tons pastel e dotada de asas de libélula. Como podemos acompanhar, muito já se fantasiou a respeito das fadas, mas pergunta-se: mas quem são e como são realmente as fadas? As fadas são uma raça de donzelas quase imortais, às quais os primitivos nativos da Itália davam o nome de "Fatae". O culto medieval siciliano das fadas, bem documentado pela Inquisição Espanhola, estava associado à Deusa Diana, que os italianos há muito tempo já chamavam de "A Rainha das Fadas". Diana era cultuada na Itália no Lago Nemi, onde outrora existira seu templo (500 a. C.). As fadas italianas formavam grupos chamados de "Companhias" como a "Companhia dos Nobres" e a "Companhia dos Pobres". Tanto os homens quanto as fadas pertenciam a estas "Companhias", que eram essencialmente matriarcais, embora se encontrassem nelas elementos masculinos. Essas fadas, possuíam o poder de abençoar os campos, curar doenças e atrair a boa sorte. Somente através de preciosos presentes, podia-se aplacar a ira de uma fada e livrar-se de seus encantamentos. Tais oferendas só seriam aceitas se depositadas através das mãos de mulheres humanas. Porém, o mais antigo registro das fadas, retratadas como pequenos seres alados, surgiram na arte etrusca à cerca de 600 a. C., na forma de "Lasa", espíritos do campo e das floresta. As Lasa eram descritas como pequenos seres humanos alados que flutuavam sobre um recipiente com incenso ou sobre uma bacia votiva. Estas primeiras fadas, estavam também associadas ao culto dos ancestrais e eram encontradas nos templos etruscos. Estavam ainda, identificadas com a vegetação e com todos os segredos da Natureza. A palavra "fairy" (inglesa), conhecida hoje é bem recente e foi usada, as vezes, para denominar mulheres mortais que haviam adquirido poderes mágicos, tal como a usou Malory para Morgan le Fay. Mas "fairy" originalmente significava "fai-erie", um estado de encantamento e se transferiu do objeto ao agente. Se dizia que as próprias fadas desaprovavam essa palavra e gostavam de ser chamadas com termos eufemísticos como: "Os Bons Vizinhos" ou "Boa Gente". Ao longo das Ilhas Britânicas se utilizam muitos nomes para as fadas. A palavra francesa "fai", procedia originalmente do italiano "fatae", as damas feéricas que visitavam as famílias quando havia um nascimento e se pronunciavam sobre o futuro da nova criatura, tal como faziam as Parcas. As imagens das fadas só vieram a surgir na arte celta após a ascensão do cristianismo, ou seja, depois da ocupação romana. Hoje, acredita-se que o povo de Tuatha de Danann está associado ao Reino das Fadas. Isto se deve a sua misteriosa aparição às Ilhas Britânicas envoltos em brumas. Lá encontraram o povo Fir Bolg, os quais derrotaram na batalha de Moytura. Posteriormente, quando os celtas invadiram a Grã-Bretanha (600-500 a.C.), os Tuatha De Danann desapareceram nos montes e bosques. Esta é a origem da crença de que as fadas habitam as áreas rurais. As lendas dos mitos celtas foram preservados em textos como "Mabinogion", o "Livro Branco de Rhyderch" (1300-1325) e o "Livro Vermelho de Hergest" (1375-1425). Todas as culturas européias, entretanto, possuem folclore envolvendo fadas. E, apesar das crenças sobre as fadas diferirem de uma cultura para outra, há dois conceitos básicos universais a todos: a distorção do próprio tempo e as entradas ocultas ao mundo das fadas.
DISTORÇÃO DO TEMPO E ENTRADAS SECRETAS A crença na distorção do tempo é comum às fadas de todas as regiões. Uma noite em seus domínios equivaleria a vários anos no tempo dos mortais. Há relatos de histórias de pessoas que ao posicionar-se em um anel de fadas, acreditam ter ali permanecido observando o Baile das Fadas por breves minutos, mas em nosso mundo só reaparecem após muitos anos. Entradas secretas protegem o acesso aos domínios das fadas e geralmente estão localizadas em montes ou tronco de árvores. Acredita-se que as fadas possuem uma enorme repulsa ao ferro e este metal deve ser usado como proteção contra elas quando necessário. Alguns folcloristas crêem que esta lenda deu origem a utilização do ferro para arar a terra e derrubar árvores, representando o poder do homem em violentar a Natureza. Diz, esta lenda ainda, que deve-se sempre deixar um pedaço de ferro na porta de entrada do domínio das fadas, para evitar que ela feche. As fadas não tocariam no ferro, e assim não poderiam impedir que a pessoa regressasse quando quisesse. Há, entretanto, métodos de resgate de cativos de fadas. Se alguém que você conhece desapareceu em um anel de fada, você deve retornar a este lugar um ano e um dia mais tarde. Coloque somente um pé dentro do anel e poderá ver as fadas bailarinas e a pessoa que pretende resgatar. Com ambos os braços, agarre-a fortemente e puxe com força para fora do anel. Todo aquele que deseja imensamente encontrar-se com as fadas, é necessário primeiro, aprender o máximo possível sobre elas, pois todo o cuidado é pouco quando se pisa em território totalmente desconhecido. Alerta-se para nunca se colocar ambos os pés em um anel de fadas, pois poderá ficar perdida no Mundo das Fadas. Um anel de fadas é um círculo redondo de cogumelos que pode ser encontrado em campos abertos e até em jardins e é o lugar onde as fadas dançam. Quem pisar dentro dele será capaz de ver o "Baile das Fadas", antes invisível e poderá também ouvir a doce e bela música, onde antes só havia silêncio. A música e a dança são tão contagiantes que os que a presenciam podem perder totalmente a noção do tempo. Nunca coma da comida das fadas, não importa o quanto gentilmente lhe forem oferecidas. Quem a comer, pode ficar indefinidamente cativo em seu Mundo.
AS FADAS ESCURAS As fadas são chamadas de "Escuras" por viverem no subterrâneo, mais freqüentemente debaixo colinas e não por serem más. Elas também podem habitar lugares escuros das nossas casas como vãos de escadas e porões. No lugar de temer estas fadas, devemos ser espertos e procurar sermos seus amigos. As que vivem dentro de nossas casas irão nos proteger e abençoar. As que moram fora, no pátio por exemplo (e elas estão em toda a parte!), cuidarão de nossa propriedade e ajudarão fazendo com que nossas plantas e árvores cresçam fortes, permitindo ainda, que encontremos alguma pedra ou tesouro que nos auxilie nos trabalhos de magia. O Povo Pequeno serve de barômetro para aferir o estado de vibrações de sua casa. Se estiver atraindo ou enviando energias negativas, eles ficam quietos e se afastam. Eles também, atraem a sua atenção para o problema se você não o notar imediatamente.
FADAS DO AR As fadas do ar possuem uma energia sutil e fluídica. Em termos místicos, estes seres alados são tão rápidos quanto o pensamento e trazem mensagem dos Deuses. De acordo com a Alquimia, as fadas apresentam a mesma forma volátil do mercúrio, ou uma forma terrena de energia lunar: nem sólida, nem totalmente fluídica. O mercúrio é considerado a representação terrena do verdadeiro estado mágico feérico. As fadas do ar são as mensageiras da alma, representando a liberdade espiritual. São ainda, criaturas de aspirações e transcendência, voando entre o céu e a terra, entre o corpo e o espírito liberto. Todas as tormentas e ventos estão associados com os Seres do Ar, desde a mais suave brisa, generalizada como um suspiro de na Ilha de Man (Irlanda), até os grandes e destrutivos poderes das Monções Árabes, causadas pelo furioso Jinn. Em diferentes relatos folclóricos, desde os desertos árabes até a América do Norte e as Ilhas Britânicas, há referências que os tornados seriam produto de uma horda de espíritos feéricos enfurecidos. Na Lituânia, uma fada chamada Vejopatis é a mestra fazedora dos gelados ventos carregados de água e neve. Na Finlândia, o antigo Ukko é o responsável pelos fenômenos climáticos, comandando os ventos e a chuva, as nevoas, as tempestades, os raios e os relâmpagos, tudo com um só movimento de suas gélidas mãos. Aqui na América, os espíritos dos ventos e os pontos cardeais são invocados em inúmeras práticas xamânicas. Ga-Ho, um benevolente manipulador de ventos, propicia e tranqüiliza as correntes de ar para facilitar a vida dos homens das Montanhas. Vive no Norte e dali dirige os quatro ventos primordiais, o clima e as estações. Na mitologia grega encontramos a hárpia, como a primeiras criatura alada descrita como desapiedada, cruel e violenta. Seu aspecto é horrendo e raptava pessoas e as torturavas a caminho do Tártaro. As vezes era representada sobre as tumbas, apoderando-se do espírito do morto. As hárpias personificavam os ventos violentos e as tempestades capazes de arrastar os homens para as mansões subterrâneas.
TIPOS DE FADAS DO AR Fylgiar Estas fadas aéreas, só podem ser vistas pela pessoa a qual protegem. São pertencentes a ampla mitologia nórdica e ensinam o caminho de Valhalla, o Salão dos Mortos escolhidos, onde permanecem junto de seu protegido, até que esse se sinta confortável com sua nova condição. Tais fadas são oriundas da Islândia, uma ilha situada no atlântico norte, entre a Noruega e a Groelândia, onde segundo dizem, cada vez que uma criança islandesa nasce e escuta-se um grasnido, ela será especial e terá durante toda a sua vida a companhia de uma fada, uma presença conhecida pelo nome de Fylgiar.
Silfos Os silfos são provenientes da mitologia grega. Os silfos são espíritos que vivem tanto no ar como na água. Na raça dos silfos encontramos os Wallotes, pertencentes ao sexo masculino e as Arienes, pertencentes ao sexo feminino. Embora apresentem sexos diferenciados, não se reproduzem, pois são compostos em sua totalidade de ar e luz. Os silfos são responsáveis pela purificação do ar e por manterem a pressão atmosférica. Esse trabalho é percebido nas mudanças alquímicas do tempo e ciclos de fotossíntese e precipitação. Esses seres são mestres, que expandem e contraem seus corpos de ar de níveis microcósmicos à macrocósmicos. Sempre mantendo a chama para o reino da mente, que corresponde ao plano ou corpo de ar. O rei dos silfos é conhecido como Paralda. Os silfos nos ajudam a conservar e desenvolver corpo e mente e estimulam a inspiração e a criatividade. Trabalham também para elevar nossos pensamentos e inteligência, equilibrando o uso conjunto das faculdades racionais e intuitivas.
Todas as fadas adoram gengibre, mel, leite, bolos, balas, biscoitos e sucos. Para atraí-las coloque a guloseima sobre uma pedra de pirita, prata, cristal, quartzo ou lunária. Apreciam também essências fortes como canela e pinho. Mas você deve dar de comer a elas sempre realizando um trato. Antes de conceder-lhes o alimento, diga:
"O QUE É MEU É SEU, O QUE É SEU É MEU."
Peça então para que elas tornem sua casa um lugar alegre e diga que sempre serão bem-vindas.
As fadas amam jardins bem cuidados e você pode transformar o seu em um altar para elas. Plante nele muitas flores azuis, lírio-do-vale, dedaleira, gesta e rosas. Crie também um pequeno lago escavando a terra e colocando pedras em sua borda, para atrair as fadas da água. Mas há também fadas que gostam de lugares selvagens, portanto deixe uma pequena parcela da área sem cultivo. Suas oferendas serão muito bem aceitas quando colocadas em uma cesta e depositadas neste jardim. Se chamá-las para participar de um ritual, mantenha-o leve e alegre. Elas gostam de muita música e dança.
BANHO DE PÉTALAS DE ROSAS A essência de rosas é um forte atrativo de fadas, um banho com rosas lhe irá facilitar o contato com elas. Para a preparação do banho coloque 21 pétalas de rosa cor-de-rosa em uma chaleira de cobre contendo água e uma tampa. Depois deve aguardar o espaçamento de uma Lua Cheia à outra Lua Cheia, só então poderá usar o seu conteúdo para banhar o corpo e os cabelos. Tome este banho antes de cada ritual mágico dedicado às Fadas.
ENTRANDO EM CONTATO COM AS FADAS Está na Natureza a essência de todas as crenças e religiões. O primeiro passo para vivenciarmos o "Divino" está em observarmos a Natureza e nos unirmos à beleza de sua Criação. A simples caminhada em parques que possuam muito verde, já nos dará sábios ensinamentos. Se tiver oportunidade, sente-se no topo de uma colina e contemple os campos e bosques. Deixe então sua mente voar livre para um outro tempo, imaginando como deveria ter sido este local há milhões de anos atrás. Tais pensamentos farão despertar sua memória ancestral genética que lhe foi transmitida e que agora está disponível e reverente. Lembre-se que você é descendente direto de um antigo pagão que já sabia o que deseja saber agora. Se você possui um lindo jardim, considere-se uma pessoa com muita sorte, pois poderá realizar esta viagem astral no meio dele. Caso você more em apartamento, um planta qualquer que dê flores, poderá lhe ajudar a se conectar com os ciclos da vida da Natureza. O pequeno ato de cuidar de uma plantinha ou de seu jardim já é capaz de gerar uma vibração em sua aura que pode ser detectada pelas formas de vidas silvestres. Através desta vibração, sua presença é percebida e as fadas por certo não ficarão indiferentes, pois elas são entidades mágicas envolvidas com a força vital das plantas e dos animais. Ao criar um elo mental com esse conceito através da emersão nos ciclos vitais da Natureza (e de suas caminhadas pelos parques), fica mais fácil alinhar-se com os espíritos da Natureza. Acreditar nas fadas e nos espíritos da Natureza é parte integrante da consciência mágica de todo o pagão. Isso fortalece as forças que mantêm e direcionam a sincronicidade em nossas vidas. Não somos viajantes sós, pois sempre temos ao nosso lado um guia espiritual, ou espíritos de familiares e um grande número de espíritos da Natureza. Através deles nos ligamos à própria fonte dos mistérios, nos ligamos a outros Mundos e outros Seres. Nos ligamos à Fonte Primordial, que é aquela que nos gerou e para a qual um dia retornaremos. Como tratar seus Elementais
Fonte: www.magiadourada.com.br/ elementais.html Quem são os ElementaisOs elementais são pequenos seres, considerados os primos dos anjos, que protegem a natureza. Sua missão é estimular as forças do universo e governar os 4 elementos : Fogo, Ar, Água e Terra. Assim como os anjos protegem os seres humanos, eles protegem as plantas e os animais. Fonte: www.magiadourada.com.br/ elementais.html Reino ElementalREAÇÃO DOS ELEMENTAIS Os inocentes seres, conhecidos como Elementais captam as vibraçoes dos humanos e os imitam. Se estas vibraçoes são de desarmonia , eles manifestam desarmonia. PEQUENO COMENTÁRIO SOBRE O REINO ELEMENTAL O Reino elemental aprende a controlar a energia através do pensamento, mantendo um determinado padrão ou molde/ matriz. Os elementais evoluem desde os seres microscópios a Construtores das formas. Eles exteriorizam toda forma, incluindo os corpos humanos, montanhas, rios, etc ; eventualmente alcançam o estado de um poderoso Elohim ou uma Veladora Silenciosa. Elemental quer dizer "Mente de Deus" El (Deus)mente (mente). Os ELOHIM - Grandes e Poderosos Construtores de Formas mais elevadas como sistemas de mundos, planetas etc. ESPIRITOS DA NATUREZA - São seres que animam as coisas menores da Natureza, como flores, frutos, folhas das gramas, rochas etc; ALMAS-GRUPO - São seres evoluídos (nem sempre do reino elemental) que dirigem e proporcionam a evolução de uma determinada espécie animal ( por ex.: Alma-grupo das abelhas) SERES ELEMENTAIS DOS QUATRO ELEMENTOS - São os seres que vamos tratar aqui com extrema seriedade. Eles pertencem e evoluem dentro de um elemento seja terra, ar, água, ou fogo. Eles exteriorizam as formas, controlando a energia, a matriz, o padrão dessa forma. Os Senhores da Água, da Terra, do Fogo, e do Ar, também são conhecidos pelos nomes de Elohims ou os Senhores dos Elementais. Os ELOHIM - Grandes e Poderosos Construtores de Formas mais elevadas como sistemas de mundos, planetas etc. Para quem não está familiarizado com este nome basta saber que são os seres responsáveis pelos quatro elementos água, terra, fogo e ar. O Aspecto dos ElementaisOs Elementais, normalmente se apresentam àqueles que possuem uma maior sensibilidade para poder vê-los, na forma que imaginamos que eles sejam. Um exemplo disso é que as informações que temos sobre os Elementos da Terra - os Gnomos - é que são uns homenzinhos de mais ou menos 30cm de altura, possuem barbas compridas, etc... Por que se nos apresentam assim? Porque eles vão ler a nossa mente, processar a imagem de produzimos à respeito deles, e assim eles irão se apresentar à nós. Em cada região, os Elementais irão se apresentar de uma forma diferente, como por exemplo na Europa. As mulheres tem a pele clara, cabelos loiros e olhos azuis, portanto as Ondinas que são os Elementais da Água, irão se apresentar dessa forma, bem diferente da Iara (Brasil), que também é uma Ondina, mas com aparência de uma Índia, assim como as pessoas do interior, vêem o Saci-Pererê, que na realidade é um Gnomo. Mas o mais importante não é a aparência deles, e sim sabermos preservá-los perto de nós. São criaturas doces, maravilhosas, que podem nos ajudar, e muito, a todo momento, desde que sejamos puros, honestos e sensíveis, adoram ser tratados com muito amor e carinho, e ganhar presentes. ElementaisO Reino Elemental está na base da corrente evolutiva da Terra e trabalha em estreita colaboração com o reino dévico que, sob certos aspectos intermedeia o seu relacionamento com todo a vida planetária. O éter está intimamente ligado a esse reino, que se constitui de forças inerentes à substância mesma dos níveis de consciência e por isso está presente em todo o cosmos , nas diferentes etapas da sua manifestação, embora tenha maior relevo nas fases de materialização, no arco descendente do processo evolutivo. Quando estimuladas para o cumprimento das tarefas, essas forças tomam a forma de seres. Devido à atual densidade da terra, a humanidade pouco sabe a respeito desse reino, apesar de ter alguma notícia acerca dos elementais da terra, da água, do fogo e do ar. No ciclo vindouro lhe será dado maior conhecimento sobre ele.
ELEMENTAIS Forças das substância-vida dos planos de existência do universo. Esses seres elementais são gerados dos elementos da Natureza: terra, água, fogo, ar e éter, mas quanto mais próximos dos mundos abstratos, de modo mais límpido refletem o que lhes é imanente. Deus, por interferência amorosa de Seres de Luz que trabalham de forma a unificar os universos em nome do Amor Divino, concedeu a três Reinos, paralelamente, a oportunidade de evolução. Estes três Reinos são: Elemental, Angélico e Humano.
Os seres dos Elementos foram criados para servir à humanidade, através de seu próprio trabalho específico. É pelo esforço e pelo uso de sua vida que esses seres nos suprem com as vestes de carne que usamos, com a água que bebemos, com o alimento tão abundantemente fornecido; com o ar que respiramos e com todas as coisas de que necessitamos para sustentar-nos na Terra. O Plano Divino de Vida providencia para que o homem seja servido com AMOR e, em troca, retorne AMOR, GRATIDÃO e BÊNÇÃOS aos Seres Elementais. São os pensamentos e sentimentos ruinosos da própria humanidade os causadores de todas as expressões destruidoras apresentadas por esses elementais em forma de furacões, vendavais, ressacas, terremotos. Todas as avalanches da Natureza são, meramente, uma tentativa dos seres elementais de projetar PARA FORA, a impureza e discórdia que o homem tem imposto ou depositado sobre eles-esses abnegados seres que vos vem servindo por milhões de séculos. Em geral esses entes são desfeitos ao concluírem sua tarefa, mas alguns subsistem até que, por não estarem vivifivados pelo impulso que os criou, se “dissolvam” em sua substância de origem. Há seres elementais constituídos artificialmente pelo homem (encarnado ou não), ou por outras entidades autoconscientes, por meio da força do pensamento ou do desejo. Chegam a atuar no plano físico-etérico, às vezes interferindo positiva ou negativamente no trabalho dos devas. Essas criações do psiquismo humano serão dissolvidas pela lei da purificação e, no próximo ciclo planetário, os membros desta humanidade, por estarem em contacto com a própria mônada, poderão colaborar de modo mais efetivo com o Plano Evolutivo. A maior parte dos seres elementais com que o homem se relacionou até hoje foram os da terra e os da água. Estes respondem a estímulos do plano astral, ao passo que os do ar e do fogo tem maior sintonia com a energia elétrica mental. Como os seres elementais são corporificações da substâncias dos mundos das formas, estão sujeitos a impulsos involutivos, devido às forças caóticas profundamente infiltradas nos planos materiais na presente fase da Terra. Sua participação em trabalhos de magia engendrados pelo homem evidencia esse fato. A elevação da consciência humana dissipará as ilusões que em grande parte tem caracterizado o seu contacto com os elementais. Assim, o relacionamento com esses seres, ainda misteriosos para a maioria, advirá do conhecimento espiritual e perderá a conotação fantasiosa e em certos casos utilitarista que lhe foi atribuída. As leis que ordenam as combinações de átomos e moléculas são reflexos das que regem as inter-relações das forças elementais. Uma das implicações negativas das experiências com energia atômica empreendidas pela ciência moderna é o desequilíbrio do reino elemental, base da manifestação deste universo planetário. Todavia, em geral, os que insistem nessas ações destruidoras consideram a vida dinâmica e pulsante do reino elemental produto da imaginação. O contacto consciente da humanidade futura com os elementais deve dar-se por intermédio do reino dévico, e não diretamente.
a)- ATerra ainda numa massa de gases de matéria incandescente radioativa, coube aos elementais do fogo executarem seu trabalho; b)- Na época dos grandes ventos, os elementais do ar, zelaram pela evolução desses gases de modo a tornar o ambiente apto a receber formas de vida: c)- Quando esses gases se precipitaram sobre a água, os elementais da água modificaram o aspecto denso desse líquido; d)- Então, iniciou-se a solidificação, surgindo aos poucos os continentes que foram fertilizados pelos elementais da terra. Como vemos, a criação representa um todo inseparável, formando uma corrente cujos elos não podem ser rompidos, se não quisermos provocar uma catástrofe de caráter irremediável. A hierarquia cósmica é similar à hierarquia atômica. Os seres cósmicos de luz se manifestam pela primeira vez na Ordem dos Elohim, na forma de elementais do fogo, do ar, da água, e da terra. São eles : Do fogo, as Salamandras que guardam os mistérios e segredos do elemento fogo, que correspondem ao plano ou corpo etérico. Precisamente a que ponto o fogo físico, indefinido e difícil de controlar, se transforma em fogo sagrado do plano etérico, é ensinado pelo espirito santo de Deus, observado pelo coração sagrado dos santos, levemente tocado por cientistas nucleares, mas firmemente seguro nas mãos das Salamandras. Após a educação e vivência, como elementais do fogo, do ar, da água e da terra, os seres de luz, assim como os seres atômicos, tem uma evolução natural de sua consciência, evoluem para seres angelicais, onde poderão continuar seu crescimento na hierarquia cósmica. October 03 MerlynEsta mensagem eu recebi do SubMerlyn, achei tão linda e tão profunda que decidi compartilhar com todos vocês que visitam o Mundo Místico, que nada mais é do que o mundo daqueles que possuem "uma imensa vontade de caminhar"
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Sábio é aquele que se esforça para purificar seu próprio mundo e para fazer amizade com os Seres da Natureza, derramando Amor, Gratidão e Bênçãos (Serapis Bey)
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